A deputada estadual Mical Damasceno utilizou suas redes sociais para manifestar repúdio contra a decisão da Prefeitura de São Luís de barrat a realização de uma campanha de evangelização nos terminais de integração de transporte público da capital maranhense.
O caso gerou polêmica após a parlamentar alegar ter sido retida na sede da SMTT no dia em que foi ao local cobrar explicações sobre o fato.
Segundo ela, a Igreja Evangélica Assembleia de Deus em São Luís havia solicitado oficialmente autorização para promover o projeto “São Luís te quero salva”. O objetivo da ação era realizar um trabalho de evangelismo descrito pela deputada como “pacífico e respeitoso” dentro dos terminais.
No entanto, o pedido foi indeferido pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT).
“A igreja não pediu privilégio, não pediu dinheiro público. Pediu apenas o direito de evangelizar de maneira pacífica e respeitosa”, defendeu Mical Damasceno.
A deputada direcionou críticas diretas à prefeita Esmênia Miranda e à secretária de transportes, Manuella Fernandes, questionando a ausência de uma justificativa formal e fundamentada para a proibição.
Segundo Damasceno, a resposta negativa teria sido transmitida de forma apenas verbal, o que motivou a exigência de um posicionamento oficial por parte do órgão público. “O povo evangélico merece respeito. Não aceitaremos mais negativas verbais. A SMTT tem o dever de emitir um parecer técnico por escrito”, enfatizou.
“A prefeitura não precisa de portas fechadas para o evangelho. São Luís precisa de gestores que respeitem a liberdade religiosa”, concluiu.


