Com a condenação dos deputados Pastor Gil da Assembleia de Deus no Maranhão, Bosco Costa, e Josimar de Maranhãozinho, ambos do Partido Liberal, abriu-se um questionamento em meio a sociedade maranhense, será se uma legenda do tamanho do PL no país, terá um político condenado por corrupção ditando as regras em solo maranhense? Não seria estratégico, do ponto de vista eleitoral, mudar o destino do PL maranhense visando a disputa presidencial?
Maranhãozinho que é o presidente do PL na conhecida terra das palmeiras, pegou cerca de 6 anos e 5 meses de prisão em regime semiaberto e 300 dias-multa. Todos nós somos sabedores que a sigla tem como pré-candidato a presidente, o senador da república, Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro. Tendo em vista não perder a credibilidade, fica no ar uma pergunta que não quer se calar, é correto deixar Josimar, ou alguém indicado por ele, no comando da sigla, após a condenação por corrupção?
Indubitavelmente, caso haja essa interferência de cima para baixo, o que não falta são interessados, como por exemplo a vereadora bolsonatista de São Luís, Flávia Bertilher; a segunda colocada nas últimas eleições à prefeitura de Imperatriz, Mariana Carvalho; O ex-senador Roberto Rocha; a deputada estadual Mical Damasceno; o deputado estadual Dr. Yglesio e o primeiro suplente de deputado federal Allan Garcez.
Alguém aposta que Josimar Maranhãozinho perderá o comando do PL após condenação no STF?
Agora é esperar e conferir!



